sexta-feira, 28 de abril de 2017

Museus para conhecer em diferentes partes do mundo


O aspecto cultural de um destino com certeza faz parte de uma boa experiência de viagem. Conhecer a história do local ou suas manifestações artísticas faz com que o viajante consiga realmente mergulhar na atmosfera singular daquela região. Por isso, os museus sempre são uma ótima pedida para incluir em qualquer roteiro, seja de arte, história natural ou outros assuntos inusitados.

- Confira abaixo quatro museus bem interessantes em diferentes partes do mundo:

- Museu Viking de Lofoten, na Noruega:

O museu viking de Lofoten é um dos mais interativos da Noruega. O local realmente transporta o visitante para a era viking com experiências que incluem passeio em navio viking, degustação da gastronomia tradicional, oficina de forja de ferro e reproduções teatrais da vida e dos costumes da época. 


Todos os anos, durante o verão, também acontece um festival viking no local, onde os visitantes podem se vestir com fantasias e celebrar essa cultura com diversas atividades. O museu está aberto durante o ano todo – durante o inverno de quarta à sábado e no verão todos os dias.

- Barbados Concorde Experience, em Barbados:

Na ilha caribenha de Barbados há um museu inteiramente dedicado ao avião Concorde, que voava mais rápido que a velocidade do som. Por muito tempo o avião tinha uma rota regular para a ilha, que iniciou em 1977 ao retornar à Inglaterra com uma passageira muito especial, a rainha. 


Depois que ele foi aposentado, foi criado o museu em Barbados para que os viajantes pudessem ver de perto a máquina supersônica e até mesmo fazer uma simulação de como era decolar e voar no Concorde, além de conhecer seu interior. Várias curiosidades interessantes do avião também estão disponíveis para os visitantes. Ele está localizado próximo ao aeroporto internacional da ilha. 

- Photos Centre de Presse de Monaco:

Nouveau Musée National de Monaco, no Principado de Mônaco

O museu NMNM está dividido em duas locações diferentes no Principado de Mônaco, na Villa Paloma e na Villa Sauber. O local revela a história e herança do país e também disponibiliza criações contemporâneas, promovendo duas exibições temporárias por ano em cada uma de suas casas. Atualmente, na Villa Paloma, há uma exibição do trabalho de Hercule Florence (1804-79), que foi um inventor monegasco-brasileiro. 


Uma de suas invenções foi a Polygraphia, um método de impressão baseado nos princípios da fotografia e, em 1833, criou um processo fotográfico e foi o primeiro a usar a palavra “Photographie“. São mais de 400 trabalhos sendo mostrados, a maioria de seus desenhos e manuscritos, além da primeira cópia fotográfica da história das Américas. A exibição está disponível até 11 de junho de 2017. 

- Seychelles Natural History Museum, em Seychelles:

O museu de história natural de Seychelles tem exibições que ilustram não apenas a flora, fauna e história geológica do arquipélago, mas também esclarecem os visitantes sobre grandes preocupações ambientais com o objetivo de promover ações de conservação do patrimônio natural. 


Há uma grande quantidade de materiais sobre o assunto em diversos formatos. O museu fica localizado na capital do país, Victoria, localizada na ilha de Mahé.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Cunha sedia a Festa do Pinhão


Para celebrar o cultivo do pinhão, cidade conta com vários atrativos, com destaque para os pratos preparados por quituteiras da roça e chefs de restaurantes locais, além de apresentações artísticas que vão das rodas de viola à MPB

Caldinho, canjiquinha, farofa, bolos e mais uma dezena de variadas receitas feitas com pinhão poderão ser saboreadas por quem visitar o 17º Pinhão, Viola e Prosa na Praça, até 7 de maio, na Praça da Matriz da Estância Climática de Cunha, cidade do Vale do Paraíba, interior de São Paulo.

A festa, que foi aberta oficialmente no dia 15 de abril, conta com uma programação extensa desde 20 de abril, quando a cidade completou 159 anos. No fim de semana de 28, 29 e 30 de abril e 1º de maio, os visitantes terão a oportunidade de assistir a shows de variados estilos.

Na sexta, Tavinho Lima embala o público com suas canções de MPB. O cantor, compositor e produtor de eventos, começou a carreira artística como percussionista da Banda de Pau e Corda e fez parcerias com renomados artistas, entre eles Jane Duboc, Tetê Espíndola e Oswaldinho do Acordeom. Conquistou mais de 300 premiações em festivais de MPB pelo país e, em 2012, fez a canção tema do personagem Firmino da novela Carrossel, do SBT.


Já no sábado, o palco recebe a dupla cunhense Luís Gustavo e Edilson e o Grupo Madalena, que traz no repertório consagrados sambas antigos e composições próprias, feitas com grande influência de mestres da MPB, mas que demonstram uma linguagem pretensiosamente inovadora, desde a sonorização até a comunicação visual utilizada. O grupo já fez apresentações na TV Cultura, ESPN Brasil, Record News, bem como shows no Sesc e demais casas de espetáculos em diversas cidades.

Para esta edição da Festa do Pinhão, a Secretaria Municipal de Turismo e Cultura da Estância Climática de Cunha espera receber mais de 20 mil turistas. Para mostrar a toda sua hospitalidade a esses visitantes, além dos shows, a cidade criou uma praça de alimentação para o evento, onde diversas barracas oferecem iguarias com pinhão especialmente preparadas por cozinheiras e quituteiras da roça, incluindo pratos doces e salgados, para todos os gostos.



Os restaurantes da cidade, conduzidos por chefs de nível internacional, também participam do evento e servem receitas criativas à base de pinhão. A cada ano eles oferecem um cardápio diferente e é possível provar, por exemplo, truta com diversos molhos de pinhão, cordeiro e leitoa com farofa ou molhos especiais de pinhão, tutu com farinha de pinhão e muitas outras criações inovadoras, além dos tradicionais pinhões cozidos e assados.


- A cultura do Pinhão:

Paralelamente à festa, o Parque Estadual da Serra do Mar promove a 9ª Exposição Pinheiro Brasileiro, do dia 15 de abril ao dia 31 de julho. Com a ajuda de monitores, os visitantes vão conhecer melhor como é desenvolvimento do pinheiro e do seu fruto, o pinhão, uma verdadeira aula sobre o assunto. A exposição também reúne peças do artesanato local produzidas com a pinha e obras que usam o pinhão como inspiração.


O Pinheiro Brasileiro, conhecido cientificamente por araucaria angustifolia, é uma da espécie muito antiga da flora brasileira. O amadurecimento do pinhão acontece entre os meses de março e abril e sua comercialização só é permitida a partir do dia 15 de abril de cada ano. Essa data foi estabelecida em função da necessidade de preservação da espécie e também com a finalidade de garantir a alimentação da fauna silvestre existente nas regiões que apresentam incidência desse tipo de floresta nativa.

Em Cunha, a colheita do pinhão acontece há muitos anos e representa um significativo incremento para a economia local e, especialmente, para a geração de renda extra para os produtores rurais.

- Sobre a cidade: 

Rodeada por montanhas que abrigam lindas cachoeiras e nascentes, a Estância Turística de Cunha é a cidade que conserva a maior reserva de Mata Atlântica em todo o Brasil, a qual está em duas áreas de proteção, o Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Cunha e o Parque Nacional da Serra da Bocaina.


Com 23 mil habitantes, a cidade já foi rota dos tropeiros que percorriam a Estrada Real, levando o ouro de Minas Gerais até o porto de Paraty e de lá para o Rio de Janeiro e Portugal. Hoje, sua economia está dividida entre a pecuária e as produções do tradicional pinhão, bem como de queijos, mel, cogumelos shitake, cordeiro e truta. 


Além da cerâmica de alta temperatura, que credencia a cidade como sendo um dos maiores polos cerâmicos da América Latina, em especial no que se refere à técnica de queima que usa os fornos noborigama. Outros ceramistas, que utilizam técnicas diferentes, também vieram para a cidade atraídos pela sua importância e representatividade, dentro do segmento cerâmico artístico e funcional.


Quem visitar a cidade pode fazer passeios de turismo rural ou de ecoturismo (trilhas), conhecer florestas de pinhão e uma representativa reserva de Mata Atlântica, cultivos de cogumelo shitake e truta, fazer visita a apiários, de fabricação de queijos, bem como pesqueiros. Entre os destaques para se conhecer em Cunha estão o Pico da Pedra da Macela (1.840 m de altitude, que, em dias de céu limpo, possibilita avistar o litoral, de Angra dos Reis a Paraty), o Parque Estadual da Serra do Mar (com suas várias trilhas) e as diversas cachoeiras da cidade, dentre elas a do Pimenta e a do Desterro.
                            

Para receber os turistas interessados em conhecer seus sabores e belezas naturais, Cunha conta com mais de 60 pousadas de variados níveis de acomodações e com diversificados restaurantes, que oferecem pratos com os ingredientes típicos da região e também a tradicional cozinha brasileira e até internacional.


- Serviço: 

17º Pinhão, Viola e Prosa na Praça

Programação dos dias 28, 29 e 30 de abril e 1º de maio

Local: Praça da Matriz de Cunha

28/4 – sexta-feira
22 horas – Tavinho Lima

29/4 – sábado
16 horas – Luís Gustavo e Edilson
22 horas – Grupo Madalena

30/4 – domingo
15 horas – Esquadrilha do Samba
21h30 – Douglas e Vinícios

1º/5 – segunda-feira
15 horas Roda de Viola – Violeiros de Cunha


Fonte: Angela Lereno

terça-feira, 25 de abril de 2017

Viagem ao Caribe: seis curiosidades sobre as Ilhas Cayman


Localizadas em um ambiente tropical com praias de areia branca e água cristalina, as Ilhas Cayman são conhecidas no turismo internacional pela ótima oferta gastronômica e geografia excelente para a prática de mergulho e snorkel. 

Conheça 6 curiosidades sobre esse destino considerado um dos mais sofisticados do Caribe.

- Localização:


Muitos não sabem, mas as Ilhas Cayman estão localizadas a apenas uma hora de voo de Miami, trata-se de um arquipélago e território britânico no Caribe formado por três ilhas: Grand Cayman, a maior das três que abriga a capital George Town, Cayman Brac e Little Cayman.

- Origem:


As ilhas foram descobertas por Cristóvão Colombo em 10 de maio de 1503, quando uma ventania desviou o curso de seu barco durante a sua quarta e última expedição ao “novo mundo”. As duas ilhas avistadas naquela época foram Cayman Brac e a Little Cayman, sendo Grand Cayman a última a ser descoberta e a maior das três ilhas que completam o arquipélago hoje conhecido como Ilhas Cayman. 

- População:


Isaac Bodden, foi o primeiro habitante permanente registrado nas Ilhas Cayman, nasceu em Grand Cayman em meados do ano de 1700. Atualmente a população do país é de aproximadamente 54.878 habitantes, dos quais 30% é formada por estrangeiros. Cerca de 52.601 vivem em Grand Cayman, 2.107 em Cayman Brac e apenas 170 em Little Cayman.


- Animal Símbolo:


Os descobridores ficaram tão impressionados com a quantidade de tartarugas-de-galápagos que habitavam as ilhas durante a descoberta que o país era chamado de “Las Tortugas” (As Tartarugas) antes de receber o nome oficial de Ilhas Cayman. Mesmo com a mudança do nome o animal continua um dos símbolos do país presente em todos os lugares, como no logo da cia aérea nacional e no desenho da bandeira nacional. Além disso, as Ilhas Cayman também possuem um centro de reprodução e proteção com mais de 16.000 tartarugas.


- Cultura Histórica:


Três dos principais atrativos para conhecer a história das Ilhas se encontram em Grand Cayman. O Museu Nacional, que oferece excursões e visitas guiadas; o The Wreck of the Ten Sail, local do naufrágio de dez barcos em 1974 onde hoje turistas podem fazer snorkel e visitar o monumento em memória ao acidente; e Pedro St. James, um impressionante casarão restaurado que leva seus visitantes de volta ao século XVIII.


- Cultura Gastonômica: 


As Ilhas Cayman também fornecem uma viagem cultural pela sua história através de diferentes produtos fabricados por empresas locais. Um dos principais produtos é o “Rum Cake” (bolo de rum), o doce está em praticamente todos os cardápios de sobremesas dos resturantes locais e é simplesmene impossível voltar sem comprar várias caixas no free shop do aeroporto, onde pode-se encontrar uma ampla variedade de sabores e tamanhos. Esse é o melhor souvenir que alguém vai querer receber!

                        

Fonte: Renato Oliveira

Quatro princípios para a construção de uma infraestrutura segura para a Internet das Coisas


A Internet da Coisas (IoT) está em pleno curso, revolucionando a maneira como vivemos. Criando casas inteligentes, transportes conectados e sistemas de energia inteligentes. Entretanto, a tecnologia depende da transmissão de grandes volumes de dados. Com enormes quantidades de informações flutuando no ciberespaço e milhões de dispositivos conectados, os hackers estão encontrando mais oportunidades de causar impacto neste ambiente. 

Em outubro do ano passado, mais de 80 serviços, como Netflix, Twitter, AirBnb, PayPal e Spotify saíram do ar depois de um ataque hacker e foi, em parte, culpa de dispositivos IoT. Foi o mais grave ataque, afetando mais de 1 bilhão de clientes. Felizmente, existem maneiras de resolver o problema. Ao proteger o dispositivo, a rede e a nuvem, podemos reduzir os riscos de um ataque. 

Aqui estão alguns princípios para a construção de uma infraestrutura robusta IoT.

1. Segurança por projeto:

Os desenvolvedores devem avaliar as necessidades de segurança da infraestrutura, conduzindo uma rigorosa avaliação de riscos no início do processo do projeto. A segurança por projeto precisa incluir uma auditoria detalhada, analisando os riscos e considerando a natureza dinâmica das ameaças cibernéticas. A avaliação deve incluir todos os elementos: o dispositivo, a nuvem e as redes. Deve medir o impacto da fraude contra o custo do que precisa ser protegido, alcançando um equilíbrio.

2. Proteger os dispositivos

Há duas etapas para proteger dispositivos: a primeira é equipá-los com identidades robustas. Para proteger sua integridade (identidade, software do dispositivo e sua configuração), os fabricantes têm que investir em estruturas de segurança adequadas, sejam elas baseadas em hardware, em software ou uma combinação de ambas, especialmente para dispositivos usados ​​em alto risco ou ambientes potencialmente hostis. Por exemplo, dispositivos conectados usados ​​para automóveis, drones, sensores de fábricas e câmeras de segurança. Uma parte crucial da construção de identidades seguras é o processo de autenticação. Estes dispositivos conectados devem ser capazes de conduzir a autenticação mútua com outros dispositivos: a nuvem e a rede, assim, somente o acesso autorizado é permitido. Além disso, o gerenciamento do ciclo de vida de segurança precisa ser implantado. O que isto significa? Garantir que os dispositivos IoT possam se adaptar a ameaças dinâmicas através do download de software, patches de software e atualizações de segurança em uma base regular.

3. Proteger a nuvem:

Uma infraestrutura de IoT segura também deve proteger dados em movimento ou em repouso, além de garantir que ele esteja corretamente criptografado. O acesso aos dados dos dispositivos de sistemas consumidores (smartphones e tablets, por exemplo) ou servidores de aplicação deve ser rigidamente controlado através de mecanismos de autenticação forte.

4. Proteger as redes e proteger os dados na rede:

Em cada etapa de sua jornada, os dados provenientes de dispositivos confiáveis ​​autenticados precisam ser protegidos, caso contrário ele poderia cair em mãos erradas. Através de uma combinação de técnicas como criptografia de dados e proteção de integridade, podemos mitigar os riscos de ataques cibernéticos. Seguindo estes princípios, podemos ajudar a construir uma infraestrutura de IoT segura, permitindo que a tecnologia conectada alcance seu potencial máximo sem comprometer a confiança do usuário.





Fonte: Andre Mattos -diretor de Mobile Services e IoT Brasil, Gemalto