quarta-feira, 22 de março de 2017

Dia 22 de março é o Dia Mundial da Água - 10 dicas para incluir a água no seu dia a dia!


Apesar de saber que tomar água é fundamental para manter a saúde em dia, especialmente no verão, quando enfrentamos altas temperaturas e um clima mais seco, algumas pessoas têm dificuldade de ingerir o líquido na quantidade adequada e, por isso, deixam de aproveitar seus benefícios.

 - 
Confira:

1) Mais importante que contar quantos copos de água tomamos, devemos ficar atentos aos sinais de sede. É importante sempre tomar água ao sentir sede, pois é um sinal que nosso corpo nos envia de que precisa de líquidos.

2) Beber água diminui a retenção de líquidos e contribui para a redução do peso. Além disso, de acordo com um levantamento da Universidade Virgínia Tech, nos Estados Unidos, a ingestão de dois a três copos de água antes das principais refeições auxilia no controle do apetite.

3) A água também ajuda a regular nossa temperatura corporal por meio do suor, mantendo nossa temperatura estável, mesmo com variações climáticas extremas.

4) O ser humano consegue sobreviver sem comida por três semanas; sem água, porém, morreríamos depois de apenas três dias, pois 75% do corpo humano é composto por água.

5) A água mantém equilibrados os níveis de concentração de substâncias no sangue, como o sódio e o potássio, fundamentais para a contração muscular.

6) A ingestão de líquidos ajuda a manter a pele hidratada de dentro para fora, deixando-a mais vigorosa e com brilho. O ideal é ingerir de sete a oito copos por dia, em horários estratégicos para ir se acostumando, como, por exemplo, meia hora antes do café da manhã e antes das demais refeições. De quebra, esse costume também elimina as toxinas do corpo.

7) A água não deve mesmo ter um gosto específico, mas pode ter uma sutil diferença de percepção. Isso ocorre porque ela passa por caminhos em que raspa minerais das rochas e do solo e a concentração desses minerais, o PH e a temperatura são variáveis que alteram o sabor da água. Se o sabor não te agradar, existem formas simples de mudá-lo. Uma dica é acrescentar três rodelas de pepino, cinco folhas de hortelã e um pedaço de gengibre em um litro de água. De quebra, você ainda tem uma bebida detox e que acelera o metabolismo.

8) Outra boa dica é para quem prefere as frutas: misture um litro de água com cinco morangos cortados ao meio, duas rodelas de limão siciliano e três folhas de manjericão. A mistura é refrescante e muito perfumada, deixando o ato de beber água uma delícia!

9) Beber água ajuda a regular o intestino, pois o sistema digestivo necessita de uma boa quantidade de água para fazer a digestão de forma adequada. Com frequência, beber água resolve os problemas de acidez estomacal e a água, em conjunto com as fibras, pode curar a prisão de ventre que, frequentemente, também é consequência da desidratação.

10) Assim como fazemos com os alimentos, se estiver fora de casa, fique atento à qualidade da água. Veja qual a procedência da mesma, se ela foi devidamente purificada antes de ser servida e, mesmo se tiver sido, cheque se não houve contaminação posterior, como garrafas e copos sujos, por exemplo. Uma dica é sempre carregar consigo uma squeeze com água purificada.

Além dessas dicas, é importante também ficar atento à qualidade da água, pois a água contaminada pode causar doenças. Muitas vezes, mesmo a água tratada pode conter impurezas, como ferrugem e partículas como areia – sem contar o cloro usado no tratamento, que deixa um sabor desagradável. Todos esses problemas podem ser resolvidos com um purificador de água de qualidade. A linha de purificadores da IBBL entrega alta tecnologia em filtração.

Fonte: IBBL, empresa fabricante de purificadores em parceria com a nutricionista Roberta Cassani

Água invisível: como a produção de alimentos – e até de celulares – pode reduzir ainda mais as reservas de água


Hoje, vivemos novas condições hídricas. Lugares com regimes regulares de chuva passaram a ter períodos de estiagem. No Brasil, as atuais crises hídricas que o Nordeste brasileiro e Brasília (DF) vivem, sem contar com a de São Paulo em 2015, associadas a campanhas de conscientização, incentivaram o consumidor a usar a água com mais moderação. 

Porém, de uma forma geral, quando se pensa em quanto de água é consumida ao longo do dia, é comum lembrarmos apenas das ações cotidianas, como tomar banho, preparar a comida, escovar os dentes, lavar o carro ou as roupas. 

Em geral, não nos ocorre que existe também o “gasto invisível”, que é a quantidade de água usada durante a produção de praticamente tudo o que é consumido. É fundamental ter consciência sobre esse consumo invisível de água, que é tão ou até mesmo mais importante quanto os gestos de consumo da água que a gente vê.

Segundo dados da ONU, cada pessoa consome diariamente de 2 a 5 mil litros de “água invisível” contida nos alimentos. Para chegar a esses números, os pesquisadores analisam toda a cadeia de produção de um bem de consumo, com cálculos baseados em padrões que variam conforme os processos e a região de cada produtor. Por esses cálculos, por exemplo, uma única maçã, por exemplo, consome 125 litros de água para ser produzida, segundo a Waterfootprint, rede multidisciplinar de pesquisadores e empresas que estudam o consumo de água nos processos produtivos.

A pecuária também é responsável por um consumo alto de água. Para cada quilo de carne bovina, são gastos mais de 15 mil litros de água. Essa quantidade se refere à água e alimentação utilizadas para o gado até que ele atinja a maturidade e também a tudo que é gasto no processo do frigorífico, como limpeza e resfriamento do ambiente. 
E a “água invisível” não está presente apenas na produção de alimentos. 

De acordo com pesquisa da Mind your Step, produzida pela Trucost a pedido da Friends of the Earth, entidade de proteção ao meio ambiente, a produção de um único smartphone consome cerca de 12.760 litros de água, valor equivalente à quantidade transportada por um caminhão-pipa médio.

Um item básico no guarda-roupa de todo brasileiro é a calça jeans. Para produzir uma simples unidade são consumidos 10.850 litros de água durante toda a cadeia de produção – quantidade suficiente para suprir o consumo de uma residência média no Brasil por mais de três meses. Essa quantidade contabiliza desde a água gasta na irrigação do algodoeiro, material usado para fabricar o tecido, até a água da confecção da peça.

“Melhorar os processos de produção para conseguir usar a água de forma mais eficiente é um dever, e é certamente de interesse, das empresas. Do ponto de vista empresarial, é preocupante ser dependente desse recurso que é cada dia mais escasso. E essa preocupação não deve ser só das empresas. As políticas públicas devem contribuir para evitar desperdícios hídricos e garantir a preservação dos mananciais. E, além disso, cada pessoa e cada família pode fazer a sua parte buscando consumir apenas o necessário, evitando o desperdício desse recurso tão essencial”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.


- Você sabia? Se toda a água da Terra coubesse em uma garrafa de 1 litro, a água doce disponível equivaleria a pouco mais de uma gota!


- Seguem algumas dicas do Instituto Akatu que podem evitar o gasto excessivo da “água invisível”:


- Antes de fazer qualquer compra, reflita sobre a necessidade de adquirir um novo item. Pense se você não pode pegar o item emprestado, comprar o produto usado, ou fazer uma troca com outra pessoa;

- Promova uma feira de trocas com os amigos e familiares; inúmeros artigos como roupas, acessórios, bijuterias, livros, entre outros, podem ser reaproveitados e ganhar uma nova vida nas mãos de outra pessoa;


- Dê preferência aos itens duráveis mais do que os descartáveis;

- Faça o uso compartilhado de bens e serviços. Se possível, alugue-os temporariamente ou combine o uso comunitário, entre várias pessoas;

- Produtos concentrados, como de higiene ou limpeza, utilizam menos água em sua produção e transporte; por isso, devem ser preferidos em relação aos produtos diluídos;


- Dê preferência aos alimentos produzidos próximos ao local onde você mora e compre aqueles que são da estação, pois isso fará com que durem mais e não haja desperdício;

- Aproveite cascas, sementes, talos e folhas de legumes, verduras e frutas. Essas partes que muitas vezes são jogadas fora desconsiderando que têm nutrientes e podem ser aproveitadas em inúmeras receitas;


- Diminua o consumo de carne bovina, que exige muita água em sua produção. Você não precisa eliminá-la de sua dieta, mas pode consumi-la com menos frequência, substituindo-a por outras fontes de proteína – e assim diminuir o impacto negativo de sua produção no meio ambiente e, consequentemente, na vida das pessoas.

Fonte : Instituto Akatu


Dia da Água: como lidar com a falta do saneamento básico no Brasil?



Avançamos muito pouco no quesito de saneamento e isso é grave, pois são inúmeros os danos que esse cenário pode trazer à população. De acordo com uma pesquisa realizada em 2015 pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados, 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgotos e, desse resultado, somente 42% dos esgotos são tratados. 

Diante desses números, é importante aproveitar o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, para debater a questão do saneamento básico. É que outro dado significativo apresentado nesse estudo também chama a atenção: em 24 capitais brasileiras, menos de 80% dos esgotos são tratados.

Basta olhar para um dos grandes problemas da saúde pública no momento: a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e o consequente aumento desenfreado dos casos de dengue, chikungunya e vírus zika. Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito.

Uma publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), World Health Organization (WHO), de 2002, trata sobre a redução de riscos e promoção de uma vida saudável, o documento diz que efeitos adversos à saúde estão ligados à ingestão de água insegura associada à higiene inadequada e motivadas pela falta de acesso ao saneamento e gestão inadequada dos recursos e sistemas hídricos, sendo que a diarreia infecciosa é o maior fator de contribuição para carga de doenças associadas à agua, ao saneamento e à higiene. A diarreia infecciosa é responsável por cerca de 4 bilhões de casos a cada ano.

Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água. Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Já é de conhecimento que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.

Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

Para auxiliar no tratamento feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o Cloro ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções a base de cloro já são aplicadas a mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.

Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.

Fonte: Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes. É membro da Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto da ABNT; Membro da Comissão de Manuseio e Transporte da ABICLOR (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados); Membro do Comitê Gestor Prodir (Processo de Distribuição Responsável) da ASSOCIQUIM; Membro da Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo; e Coordenador da Sub Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Região de Campinas.

52% dos brasileiros acreditam que as águas residuais ameaçam o abastecimento da água potável


Criado pela ONU, o Dia Mundial da Água é celebrado em 22 de março e este ano, o tema é “Águas Residuais” – que são as que procedem de uso doméstico, comercial ou industrial. Tendo em vista a importância do tema, a Ipsos realizou uma Pesquisa Global, em 24 países e o estudo aponta que 34% dos participantes mundiais confiam no sistema e não acreditam que as águas residuais sejam uma ameaça ao abastecimento de água potável em seu país.

Os mais otimistas sobre as práticas atuais dos recursos hídricos residuais são Hungria (67%), Alemanha (60%) e Grã-Bretanha (52%). Por outro lado, o Brasil está em penúltimo lugar no ranking, empatado com a Colômbia, e a Sérvia na última colocação. Nos dois países, apenas 17% da população confiam que as águas residuais são efetivamente tratadas. Para 52% dos brasileiros, águas residuais podem representar uma ameaça ao abastecimento de água limpa, porque não concordam que elas sejam efetivamente tratadas.

Já quando os entrevistados foram questionados se o crescimento industrial e residencial vai colocar o abastecimento de água limpa em risco daqui 5 a 10 anos, 48% concordam com o pensamento. As nações que mais se preocupam com o impacto do aumento residencial são Colômbia (69%), Sérvia (68%) e Argentina e Chile, empatados na terceira colocação, com 64%. No Brasil, 49% se afligem com este crescimento enquanto 19% não acreditam que o aumento residencial impactará negativamente.

“Cada vez mais, governos e organizações do setor privado estão implementando mudanças com o intuito de alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável indicados pela ONU. Assegurar um tratamento adequado das águas residuais ajudará os países a garantirem a disponibilidade, a gestão sustentável da água e do saneamento para todos. 


Este estudo mostra que a maioria dos cidadãos mundiais não têm confiança nos atuais sistemas de tratamento de águas residuais e estão preocupados com o impacto do crescimento, visto o risco que ele representa para o abastecimento de água potável no futuro. 

Especificamente os brasileiros são pessimistas com essa prática, pois historicamente o Brasil é um país relapso com seus recursos hídricos e carente de planejamento urbano, causando sérios impactos na gestão sustentável de seus recursos e comprometendo a qualidade de vida das pessoas”, afirma Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs.

Realizada entre 17 de fevereiro e 3 de março, a pesquisa aconteceu em 24 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Itália, Japão, México, Peru, Polônia, Rússia, Sérvia, Suécia e Turquia. Foram entrevistadas 18.070 pessoas, sendo adultos de 18 a 64 anos nos Estados Unidos e no Canadá e de 16 e 64 anos nos demais países. A margem de erro é de 3,5%.


Fonte: Ipsos